Uma manjedoura, não um palácio

“E ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura…”
Lc 2.7
O nascimento de Jesus, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores quebrou os paradigmas humanos. Sendo ele Deus, se fez homem. Sendo Senhor soberano do universo, se fez servo. Sendo transcendente tornou-se um bebê enfaixado em panos. Sendo dono do universo se fez pobre. O Filho de Deus nasceu não num palácio, mas numa manjedoura. O reino que veio trazer coloca a pirâmide de cabeça para baixo. Ser grande é ser humilde. 
O maior de todos é o servo de todos.

Aquele que teve glória infinita com o Pai antes dos tempos eternos e é adorado por querubins e serafins, nasce numa família humilde e não teve sequer um lugar onde reclinar a cabeça. Nasceu numa estrebaria, cresceu numa carpintaria e morreu numa cruz. Ao entrar em Jerusalém montou um jumentinho emprestado. Ao reunir-se com os discípulos para a páscoa, usou uma sala emprestada. Ao ser sepultado precisou de um túmulo emprestado.

Ele, sendo rico se fez pobre para que, pela sua pobreza, nos tornássemos ricos. Jesus exaltou os humildes e fez despencar das alturas os soberbos. Ele derrubou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos. O símbolo de sua realeza não foi uma coroa, mas uma toalha e uma bacia. Oh, que bela história é a história do Natal!

Referência para leitura: João 1.29-31

Fonte: LPC

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