O rastejar do camaleão

“Diariamente perseveravam unânimes no templo…” (Atos 2:46)

Quando pensamos no camaleão, provavelmente pensamos na sua capacidade de mudar de cor conforme o ambiente ao seu redor. Mas esse lagarto tem outra característica interessante. Em várias ocasiões, ao ver um camaleão andar por um caminho, imaginei como ele chegou ao seu destino. Relutante, o camaleão estende uma perna, parece mudar de ideia, tenta novamente e, então, planta cuidadosamente um pé hesitante, como se temesse o chão desabar sob ele. Por isso, não pude deixar de rir quando ouvi alguém dizer: “Não seja um membro de igreja camaleão que diz: ‘Vou à igreja hoje; não, irei na próxima semana; não, esperarei algum tempo!’”

“A Casa do Senhor”, em Jerusalém, era o lugar de adoração do rei Davi, e ele estava longe de ser um adorador “camaleão”. Em vez disso, ele se alegrou com aqueles que disseram: “…Vamos à Casa do Senhor” (Salmo 122:1). O mesmo se aplicava aos cristãos da igreja primitiva. “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações […]. Diariamente perseveravam unânimes no templo…” (Atos 2:42,46).

Que alegria é unir-se a outros em adoração e comunhão! Orar e adorar juntos, estudar as Escrituras juntos, e cuidar um do outro são essenciais para nosso crescimento espiritual e unidade como cristãos.

— acharles
Fonte: Ministério Pão Diário

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